Seu Jair, 63 anos, diabético tipo 2 e hipertenso, chega ao pronto-socorro com dor intensa no períneo e na bolsa escrotal, febre de 38,8 °C e prostração. Está pálido e sudoreico, com PA 96/58 mmHg, FC 118 bpm e FR 24 irpm. Há edema e eritema da bolsa escrotal, e a dor à palpação é muito maior do que os achados da pele sugerem.
Fluxo arterial preservado em ambos os testículos; espessamento difuso das paredes escrotais com focos ecogênicos e sombra acústica suja; sem coleção intratesticular.
Tomografia de pelve com contraste
Gás nos planos subcutâneos e fasciais do períneo e do escroto, estendendo-se à parede abdominal inferior, com espessamento fascial e coleção perianal à direita.
Diante desse quadro, qual a conduta inicial mais adequada?